Pilhas existentes no comércioreciclagem-pilhas-baterias-ch150.jpg

Actualmente as pilhas utilizadas no dia a dia são as:

· Pilhas secas:
não são recarregaveis

Pólo positivo
Pólo negativo
Solução
Zinco
Grafite
Cloreto de zinco, água, cloreto de amónio, dióxido de manganes

· Baterias/acumuladores de chumbo:
São uma associação de pilas em série, são recarregáveis.

Pólo positivo
Pólo negativo
Solução
Dióxido de chumbo
Chumbo
Ácido sulfúrico

Durante a descarga do acumulador, os dois pólos são desgastados simultaneamente pelo ácido sulfúrico, resultando, em ambos os casos, sulfato de chumbo II , durante a carga, o sulfato de chumbo II regenera, também simultaneamente, o chumbo e o dióxido de chumbo.


· Pilhas de combustível:
Esta pilha funciona através da reacção de formação de água a partir de hidrogénio e oxigénio, não são poluentes, mas perde muita energia sob a forma de calor.
H2 + O = H2O + Electricidade

· Pilhas de concentração


Voltagem das pilhas

As pilhas não tem todas as mesmas voltagens, porque a voltagem da pilha vai depender dos metais/materiais devido as potenciais de oxidação existentes na pilha considerada.


Pilhas do futuro

As pilhas de combustível/hidrogénio vão ser a tecnologia do futuro, no que diz respeito à preservação do meio ambiente, a única emissão produzida é o vapor de água. O rendimento é elevado, da ordem dos 50 a 60%, são silenciosas, não dispõem de órgãos mecânicos, o que faz reduzir os custos de manutenção, e também não produzem vibrações. O Hidrogénio, por outro lado, é praticamente inesgotável.

Actividade 2
A- Cor dos complexos

A cor de um complexo(ou qualquer substância) observada à luz branca é a cor da luz que não é absorvida(a que é reflectida), através da amostra desse mesmo complexo. Uma amostra que não absorve qualquer radiação da luz visivel, apresenta-se branca(se for opaca) ou incolor(se for transparente). Uma amostra que absorve todas as radiações da luz visivel apresenta-se preta.
A cor dos compostos de coordenação variam com o estado de oxidação do metal e com a Natureza dos ligandos.
A cor dos complexos é devida à transição dos electrões entre as orbitais d do metal de transição. Isso pode ser devido à interacção eléctrica entre os ligandos e o ião metálico.

B- Importância dos metais na vida humana

Metais como o Ferro(Fe) e o Cobre(Cu) ajudaram o Homem a sair da Idade da Pedra e são metais com enorme importância industrial. Metais como o Vanádio e a Platina(Pt) ajudam no desenvolvimento de catalalisadores, para reduzir a poluição e nos trabalhos que visam tornar o hidrogénio no combustivel do Futuro. O Fe(Fe), o Sódio(Na), o Potássio(K), o Cálcio(Ca) e o Magnésio(Mg) encontram-se no corpo humano em quantidades significativas. O Cobalto(Co) e o Zinco(Zn) encontram-se em enzimas, vitaminas e no tratamento de cancros(o cobalto).
Os Metais têm capacidade de transfomar a radiação que absorvem em electricidade(efeito fotoeléctrico).
alguns metais sao prejudiciais pela sua toxicidade:
  • chumbo: na forma metalica nao é venenoso, mas os seus compostos são toxicos quando ingeridos(via oral ou respiratória), podendo tornar-se mortais pois acumulam-se no organismo;
  • Mercúrio: Este produto é soluvel nas gorduras de animais que o ingerem, e o homem ao consumi-lo tambem fica contaminado. quando inalado, os vapores provocam vertingens, tremores, danos nos pulmoes e no sistema nervoso.
  • Cobre e ferro: a suas concentraçoes nas águas, desde que sejam pequenas não são prejudiciais para a saude, mas em grande quantidade é malefico
  • cadmio: pode provocar doenças cardio-pulmonares
  • Niquel: é lançado na atmosfera atraves da queima de combustiveis podendo provocar dermatites, alem disso o niquel é cancerisno.
Grande parte dos elementos essenciais á nutriçao podem ser fatais se ingeridos em grandes quantidades.

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Fig:Nitrato de cádmio


Actividade 3


1) 1.1) a) A-6 ; B-6 ; C-4

b) A e B - Octaédrica; C- Quadrangular plana
c) A e C - Monodentados; B- Bidentado

1.2) O complexo I corresponde aos complexos A e B. O complexo II corresponde ao Complexo C.

2) 2.1) A radiação visivel absorvida pelo complexo é o Alaranjado, pois o Azul é a cor complementar do Alaranjado, no espectro de absorção de luz visivel.
2.2) Kf = |[Cu(NH3)4]2+| / |Cu2+| x |NH3|^4
2.3) Quanto maior for a constante de solubilidade, maior é a constante de formação e,consequentemente, maior é a solubilidade, uma vez que este é mais estável e a reacção de formação é muito extensa. Visto que são directamente proporcionais e, pela fórmula vem que: K = Ks x Kf .

3) 3.1) A fórmula é a seguinte: AgCl --> Ag+(aq) + Cl-(aq)
O amoniaco vai reagir com o Ag+, fazendo dissolver-se e, consequentemente, fazendo com que a sua concentração diminua, obrigando a reacção a evoluir no sentido directo. Isto acontece tambem, porque quanto maior a constante de formação, maior a solubilidade, uma vez que este é mais estável e a reacção de formação é muito extensa.

3.3) AgCl + 2NH3 --> [Ag(NH3)2]+ + Cl-
De AgCl para [Ag(NH3)2]+ , a estequiometria da reacção é de 1:1
[Ag(NH3)2]+ = ?
Solução = 250 cm3
2,5g = AgCl

n(AgCl) = 2,5/143,32 = 0,017 mol
n(Ag+) = n[Ag(NH3)2]+ = 0,017 mol


3.2) Equação: Ag+ + 2NH3(aq) --> [Ag(NH3)2]+(aq)
Constante de formação: Kf = |[Ag(NH3)2]+| / |Ag+| x |NH3|^2

3.4) Ks(AgCl) = 1.6 x 10^-10
Kf = 1.5 x 10^7
Em solução de amoniaco-Cloreto de prata: K = 1.6 x 10^-10 x 1.5 x 10^7 <=> K = 2.4 x 10^-3
Em solução de amoniaco-Iodeto de prata: K = 8.3 x 10^-17 x 1.5 x 10^7 <=> K = 1.3 x 10^-9
Visto que a constante de formação é a mesma, quanto maior é a constante de solubilidade, maior vai ser a solubilidade. A constante de solubilidade no Iodeto de prata é muito menor do que 1, enquanto que a constante de solubilidade no Cloreto de prata é maior do que 1. Logo, o Iodeto de prata não pode ser totalmente dissolvido numa solução de amoniaco.

3.5) Solução de amoniaco: K = 8.3 x 10^-17 x 1.5 x 10^7 <=> K = 1.3 x 10^-9
Solução de cianeto: K = 8.3 x 10^-17 x 1.0 x 10^21 <=> K = 8.3 x 10^4
Sim, seria possivel dissolver o precipitado de Iodeto de prata numa solução de cianeto em vez de amoniaco, porque a solubilidade numa solução de cianeto é muito maior do que se fosse numa solução de amoniaco.

3.6) AgI(s) + 2NH3(aq) --> I-(aq) + [Ag(NH3)2]+ (aq)
I: s 0 0
Eq: 0 0,3-2s s s


ACTIVIDADE 4

EDTA (C10H16N2O8)


EDTA.jpg


é o ácido etilenodiamino tetra-acético. É um composto orgânico que age como agente quelante, formando complexos muito estáveis com diversos iões metálicos. Entre eles estão magnésio e cálcio, em valores de pH acima de 7 e manganês, ferro (II), ferro (III), zinco, cobalto, cobre (II), chumbo e níquel em valores de pH abaixo de 7.
É usado como descolorante para cabelos; pode ser também utilizado na fabricação de pães e derivados na indústria alimentícia. A afinidade com o cálcio, faz com que seja também utilizado como anticoagulante.



Hemoglobina (Hb)


heme_clorofila.jpg

É uma metaloproteína que contém ferro presente nos glóbulos vermelhos (eritrócitos) e que permite o transporte de oxigénio pelo sistema circulatório.
A hemoglobina é um tetrâmero composto de dois tipos de cadeias de globina. Cada uma dessas cadeias contém cerca de 141 aminoácidos. Existem quatro grupos heme por proteína; estes possuem um ião de ferro no seu centro, que liga a molécula de O2. É uma proteína alostérica, pois a ligação e a liberação do oxigénio é regulada por mudanças na estrutura provocadas pela própria ligação do oxigénio ao grupo heme.


Agente quelante:

Qualquer estrutura, da qual façam parte dois ou mais átomos possuidores de pares de electrões não utilizados em ligações químicas primárias, mas sim, usados como "imãs" electrostáticas para se prenderem a iões metálicos.
Dentro dos complexos mais comuns podemos citar a água, responsável (ligada ao iões cobre) pela cor azul das soluções de sais de cobre, a amónia (quando substitui a água ao redor do cobre, produz cor azul mais intensa) e o EDTA.


Se não houvesse o ião complexo que constitui o grupo clorofila, não haveria respiração (neste caso, a respiração celular).

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Actividade 7

1) 1.1) Gasóleo e Querosene. O gasóleo utiliza-se no aquecimento de grandes superficies e ainda nos automóveis de motor a diesel. O querosene utiliza-se no aquecimento, em caldeiras e é ainda destinado, à aviação.

1.2) Propano: C3H8
CH3-CH2-CH3

Butano: C4H10
CH3-CH2-CH2-CH3

Pentano: C5H12
CH3-CH2-CH2-CH2-CH3

1.3) Num hidrocarboneto saturado, o comprimento da ligação C-C é maior do que num hidrocarboneto insaturado, visto que os alcanos fazem ligações simples.

2) 2.1) A) CH2=CH-CH3
Prop-1-eno

B) CH3-CH2-CH2-CH2-CH2-CH2-CH2-CH3
Octano
CH3C6H12CH3

C) CH2=CH-CH=CH-CºCH
CH2CHCHCHCCH
Hex-1,3-dieno-5-ino

D) CH3-CH2-CºCH
But-2-ino

E) CH3CHCHCH2CCH
Hex-2-eno-5-ino

F) C7H5

H) CH3-CH=CH-CH2-CH3
CH3CHCHCH2CH3
C5H10

I) CH3-CHCH3-CCH2CH3-=CH-CH2-CH3
C8H18

2.2) C e E.

2.3) Octeno
C=C=C=C=C=C=C=C

2.4) a) propan-2-ol
Éter metilpropilico

3) 3.1) a- alcenos
b- alcanos
c- alcanos
d- alcenos
e- alcenos
f- alcanos
g- alcenos
h- alcanos

3.2) a) A e G
b) B e C
c) F e H
d) D e E

3.3) a) B- 1-propilmetano-1-ol
B'- 1-propilmetano-2-ol

b) H- Éter dimetilico
H'- 2-dimetil-4-ol

d) D- Hex-3-eno
D'- Oct-3-eno

3.4) A,D,E e G.

4) a-F
b-F
c-V
d-V
e-F

5) 5.1) a) Quanto maior for o numero de electrões de valência, maior é o numero de electrões antiligantes.
b) Porque tem um comprimento menor.
c) Para formar iões positivos é necessário "eliminar" uma orbital antiligante à molécula em questão.

5.2) 7N - 1s2 2s2 2p3 --» 3 e.v.
N2 --» 2s (atómicas) -» 2 sigma (moleculares) : 1 sigma antiligante (3 electrões) e 1 sigma ligante (3 electrões)
N2 - sigma 2s3 , sigma antiligante 2s3

5.3) F2;N2;O2 , porque, as orbitais antiligantes são as que têm mais energia e, por isso mais instáveis. Logo, quanto mais electrões tiver na orbital antiligante, mais energia esta tem e mais instável é a molécula. F2 tem mais elctrões antiligantes do que N2 e O2, logo, é mais instável.

6) 6.1) A molécula tetraclorometano tem geometria tetraédrica, pois sofreu hibridação de uma orbital s com três orbitais p, que originaram quatro orbitais hibridas sp3.

6.2) O ângulo de ligação é de 109,5º.

6.4) É uma molécula apolar.

7) 7.4) O2- 1s2 2s2 2p4

8) 8.1) a) Se a geometria desta molécula fosse linear, em vez de angular, havia diferentes repulsões, ou seja, havia muita repulsão e pouca repulsão, entre os electrões de valência. Contudo, e, segundo a Teoria Orbital Molecular (T.O.M), as repulsões têm de ser todas iguais e o menor possiveis, isto é, os átomos constituintes da molécula têm de se rearranjar de forma a que a repulsão entre os electrões de valência seja a menor possivel.

b) O sulfureto de hidrogénio (H2S) tem comprimento maior do que a àgua (H2O), porque tem uma ordem de ligação menor.

8.3) Segundo a regra do octeto, os átomos tendem a combinar-se de forma a que tenham 8 electrões na sua camada de valência, ficando com a configuração de um gás nobre, ficando mais estáveis, as moléculas ou iões, quando a camada estiver completa (com 8 electrões) Esta regra só prevê o tipo de ligação quimica ( iónica, covalente ou metálica).
A notação de Lewis, rege-se pela mesma regra.

DÚVIDAS SOBRE A FICHA
6.3) Como é que determino a ordem de ligação C-Cl e o numero de elctrões nao ligantes? Podes recorrer à TOM ou verificar que o átomo C forma 4 orbitais sp3, logo esses 4 ligações são destribuídas por 4 átomos de Cl.
7.1) Não consigo fazer isto.
7.2) Como prevejo a geometria da molécula de ozono? Com que meios?
7.5) Como é que se interpreta as caracteristicas magnéticas?
8.2) Não entendo como se faz isto.


ACTIVIDADE 8

1)
Leis
Expressões
Condições
Boyle - Mariotte
pV= T constante
n constante
Charles
V/T= constante
p e n constantes
Gay - Lussac
p/T= constante
V e n constantes
Avogadro
V/n= constante
p e T constantes

p1/n1=p2/n2
V e T constantes


2)
a) Num gás ideal, as moléculas não ocupam volume e não existem forças intermoleculares. Pelo contrario, as moléculas de um gás real, ocupam volume diferente de zero e entre elas(as moléculas), há forças atractivas e repulsivas, ou seja, existem forças intermoleculares.


b) Os gases reais comportam-se de modo semelhante a um gás ideal, quando a baixas pressões e temperaturas bastantes acima do seu ponto de liquefacção.

ACTIVIDADE 9

Impacte ambiental da Industria Petroquímica
Poluição das águas do mar
– derrames de crude que têm origem em acidentes com petroleiros , fugas de crude ou combustível , lavagens ilegais de tanques , provocam as marés negras que afectam diferentes ecossistemas marítimos.
Poluição atmosférica
– emissão de gases , como o dióxido de carbono ou óxido de enxofre e azoto, devido á queima dos diferentes combustiveis, provenientes do crude, do carvão ou do gás natural. Este tipo de poluição provoca acidificação das chuvas e o aquecimento global do planeta.

O limite dos recursos naturais , que permitem a extracção de petróleo e outros combustíveis, está a suscitar preocupação a nível mundial, devido:
à elevada dependência relativamente aos combustíveis fósseis, em particular ao petróleo; ao aumento das necessidades energéticas; à diminuição drástica das reservas conhecidas; à instabilidade política em diversas regiões produtoras de petróleo.

Combustíveis alternativos e alternativa aos combustíveis
Os combustíveis fósseis são recursos limitados e prevê-se que ainda durante o século XXI se esgotem as principais reservas de petróleo. Torna-se, imprescindível encontrar alternativas que simultaneamente reduzam o impacto ambiental da utilização dos combustíveis e preservem as reservas de combustíveis fósseis.

Actualmente são utilizados como combustíveis alternativos:
Hidrogénio
– obtido da água e utilizado como combustível de motores.
Metano -
obtido através da decomposição da matéria orgânica vegetal e animal.
Biodiesel –
são ésteres produzidos a partir dos triglicerideos contidos nos óleos vegetais ou animais e do etanol ou metanol.
Biogás –
é constituído por metano e dióxido de carbono, em percentagens variáveis, obtido a partir de excrementos e resíduos agrícolas.
Etanol
– obtido a partir da fermentação de hidratos de carbono contido nos vegetais.
Metanol -
obtido a partir de reacções anaeróbicas de matéria orgânica.

Estes combustíveis podem ser utilizados directamente ou adicionados à gasolina e gasóleos, como é o caso dos álcoois e do biodiesel, diminuindo o consumo de combustíveis fósseis.
destes combustíveis alternativos são: serem renováveis ( biogás, biodiesel, álcoois); serem menos poluentes (na sua combustão não emitem óxidos de enxofre ou azoto);
destes combustíveis alternativos são: serem renováveis ( biogás, biodiesel, álcoois); serem menos poluentes (na sua combustão não emitem óxidos de enxofre ou azoto);

As principais desvantagens destes combustíveis alternativos são: baixa rentabilidade de produção (biogás, biodiesel , álcoois ); elevado custo para equipamento – hidrogénio.
As principais desvantagens
destes combustíveis alternativos são: baixa rentabilidade de produção (biogás, biodiesel , álcoois ); elevado custo para equipamento – hidrogénio.



ACTIVIDADE 10
mat_recicla_3.JPG


PET(1)
É um polímero termoplástico, desenvolvido formado pela reacção entre o ácido tereftálico e o etileno glicol, originando um polímero, termoplástico. Utiliza-se principalmente na forma de fibras para tecelagem e de embalagens para bebidas.

Método experimental: Com uma amostra de plástico, por exemplo, uma garrafa de água, faz-se o teste de densidade (água), mergulha, faz-se o teste da chama e, se apresentar uma cor amarela, faz-se o teste de acetona. Se não dilatar, faz-se o teste de aquecimento e, se amolecer, temos, de facto, o PET.

PEAD
É quimicamente o polímero mais simples. É representado pela cadeia: (CH2-CH2) n. Devido à sua alta produção mundial, é também o mais barato, sendo um dos tipos de plástico mais comum. É quimicamente inerte. Utiliza-se em frascos para detergentes, shampoo; Bolsas para supermercados; Caixotes para peixes, refrigerantes, cervejas; Frascos para pintura, sorvetes, azeites; Tambores; Tubulação para gás, telefonia, água potável, lâminas de drenagem e uso sanitário; Também é usado para recobrir lagoas, canais, fossas de neutralização, contra tanques, tanques de água, lagoas artificiais…

Método experimental: Com uma amostra de plástico, por exemplo, um frasco de shampô, faz-se o teste de densidade (água), flutua, faz-se o teste de densidade (álcool isopropilico) e, se mergulhar, obtemos o PEAD.


PVC
É um plástico não 100% originário do petróleo. Utiliza-se em tubagens, perfis, garrafas, filme e chapa, cabos eléctricos…
Método experimental: Com uma amostra de plástico, por exemplo, cabos eléctricos, faz-se o teste de densidade (água), mergulha, faz-se o teste de chama, e, se apresentar uma cor verde, temos o PVC.


PEBD
Não é tóxico, é flexível, Leve, Transparente, Inerte (ao conteúdo), Impermeável, Pouca estabilidade dimensional, mas com processamento fácil, Baixo custo. Utiliza-se em Bolsas de todo tipo, como bolsas de supermercados, boutiques, panificação, congelados, industriais; Embalagem automática de alimentos e produtos industriais, como leite, água, plásticos; Garrafas térmicas e outros produtos térmicos; Frascos: cosméticos, medicamentos e alimentos…

Método experimental: Com uma amostra de plástico, por exemplo, sacos plásticos, faz-se o teste de densidade (água), flutua, faz-se o teste de densidade (álcool isoproprilico) e, se flutuar, faz-se o teste de combustão. Se a chama fôr azul, obtemos o PEBD.


PP
Plástico bastante leve, usado habitualmente no empacotamento de comida (margarina, iogurte, etc.), revestimentos entre diversos usos possíveis. Pode ser reciclado e reutilizado em alimentadores de aves, caixotes de baterias para carros e baldes de água…

Método experimental: Com uma amostra de plástico, por exemplo, iogurtes, faz-se o teste da densidade (água), flutua, faz-se o teste de densidade (álcool isopropilico) e, se flutuar, faz-se o teste da combustão. Se a chama fôr amarela, obtemos o PP.


PS
Polímero conhecido como Estirofoam, sendo bastante utilizado em embalagens, como isolante em frigoríficos, copos de café, utensílios de plástico, videocassetes… Pode ser reciclado em tabuleiros, termómetros, interruptores, etc…

Método experimental: Com uma amostra de plástico, por exemplo, videocassetes, faz-se o teste de densidade (água), mergulha, faz-se o teste de chama e, se apresentar cor amarela, faz-se o teste de acetona. Se dilatar, temos o PS.


OUTROS
Plásticos diferentes dos outros 6, ou mistura dos anteriores. A mistura de diferentes plásticos pode ser reciclado num plástico relativamente duro, utilizado em equipamento de exteriores, tais como mesas, cadeiras e material náutico…
ACTIVIDADE 11
História
O vidro é feito de uma mistura de matérias-primas naturais. Tem-se como a data provável da descoberta do vidro, algo por volta dos 4000 a.C. Os mais antigos objectos fabricados em vidro que se conhecem, foram encontrados em túmulos egípcios, com 4000 anos de idade. Foi descoberto por acaso, quando navegadores fizeram fogueiras na praia. Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios. A sua decomposição é de 4000 anos. A cada 1000 kg de Vidro leva-se 1300 kg de areia. No século XVIII, estabeleceu-se em Portugal a indústria vidreira — na Marinha Grande. Houve diversos fornos para a produção vidreira em Portugal, mas a passagem de uma produção artesanal, muito limitada, para a produção industrial foi lenta. A Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande desenvolveu-se a ponto de ser Portugal, a seguir à Inglaterra, o primeiro país a fabricar o cristal. Hoje, o vidro está muito presente na nossa civilização e pode ser moldado de qualquer maneira: nos pára-brisas e janelas dos automóveis, lâmpadas, garrafas, compotas, garrafões, frascos, recipientes, copos, janelas, lentes, tela de televisores e monitores, fibra óptica…

Tipos de vidro
Vidro para embalagens: garrafas, potes, frascos…;
Vidro plano: vidros planos lisos, vidros cristais, vidros impressos, temperados, laminados, aramados e coloridos fabricados em vidro comum;
Vidros domésticos: tigelas, travessas, copos, pratos, panelas e produtos domésticos fabricados em diversos tipos de vidro;
Fibras de vidro: mantas, tecidos, fios e outros produtos para aplicações de reforço ou de isolamento;
Vidros técnicos: lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, tubos de TV, vidros para laboratório, para ampolas, para garrafas térmicas, vidros oftálmicos e isoladores eléctricos.

Características
Reciclabilidade; Transparência (permeável à luz); Dureza; Não absorvência; Óptimo isolante eléctrico; Baixa condutividade térmica; Recursos abundantes na natureza; Durabilidade…



Actividade 12
Biomateriais: materiais ou conjunto de materiais sintéticos ou naturais, que é empregue durante um período de tempo indeterminado como um todo ou parte integrante de um sistema para tratamento, ampliação ou substituição de qualquer tecido, órgão ou funções corporais. Têm características especiais que lhes permitem estar em contacto com o sistema biológico sem que este desencadeie uma acção de rejeição.

Caracteristicas: Biocompatibilidade negativa - definida pelas propriedades que os mesmos não devem ter (não devem provocar reacção inflamatória, não devem ser tóxicos).
Biocompatibilidade alargada – capacidade do material a ser utilizado ter uma resposta apropriada numa aplicação específica.
Bioactividade – o material não pode ser o mais inerte possível, pelo contrario, deve reagir com o tecido vivo.
Tempo de contacto com os tecidos vivos.

Biomateriais de 1ª geração: começaram a aparecer em meados do século XX, sendo considerados materiais inertes (ignorados pelos tecidos vizinhos) e são constituídos por metais (Apresentam elevado valores de resistência mecânica (capacidade para sustentação de cargas); Permitem a confecção de peças em diferentes formatos) e ligas metalicas resistentes à corrosao (cirurgias dentarias e ortopédicas), tecidos ou malhas de poliéster nas próteses vasculares. São exemplos de biomateriais de 1ª geração as próteses, lentes de contacto, ouro, preenchimento de uma carie de um dente comum, aparelho dentário…
Biomateriais de 2ª geração: são considerados materiais bioactivos e são constituidos por materiais cerâmicos (fosfato de cálcio, carbonatos de cálcio naturais dos corais) e polimeros de natureza variada, sozinhos ou em associação com os materiais ceramicos ou metais. São exemplos de biomateriais de 2ª geração as ligas de titânio na ortopedia, lentes acrílicas, dracon para enxerto de vasos, teflon em próteses ortopédicas…